Há cerca de quatro séculos o mundo vive o mal da mercadolatria compulsiva. Não imagino os motivos pelos quais os mercadólogos ainda não aderiram à linguagem dos aforismos para tecerem suas teses de inovações e regramentos comportamentais diante dos, sempre, novos desafios dos mercados.
Diante do mundo de informações existentes, a leitura precisa ser seletiva, por tanto, densa e rápida, para que se possam conhecer todos os assuntos que atualizam o saber humano necessário para as ações do dia a dia. Não entendo esses mercadólogos, será que não existem enólogos entre eles?
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